Echronomia – use melhor o seu tempo

“Agora todo mundo tem relógio e ninguém tem tempo. Troque um pelo outro: dê seu relógio e aproveite o tempo”.

Essa frase do filósofo francês Michel Serres resume o drama destes tempos velozes e furiosos: avançamos nas técnicas de planejamento, avançamos na tecnologia que nos permite fazer cada vez mais atividades ao mesmo tempo e acabamos focando nossa relação com o tempo numa só dimensão: a da produtividade. Fazer mais com menos.

Em relação a nossos antepassados as horas de trabalho diminuíram, os dias de descanso aumentaram, mas nos sentimos muito mais pressionados pelo tempo.

Sempre falta tempo.

Mas se o tempo é limitado e todo mundo tem igual, o que quer dizer “não tenho tempo”?

A falta de compreensão sobre a importância do tempo impacta negativamente na produtividade das pessoas. Leva à procrastinação, multitarefa excessiva, falta de priorização e planejamento inadequado. Valorizar e gerenciar o tempo de forma eficaz, portanto, é fundamental!

Por isso nasceu a palestra, Echronomia – use melhor o seu tempo.

O termo “echronomia” não existe, foi criado pelo Luciano. “Chronos” é uma palavra de origem grega que se refere ao tempo, especialmente em um sentido quantitativo ou sequencial, enquanto “nomia” está relacionado ao estudo, organização ou gestão de um determinado assunto. Portanto, “echornonomia” poderia ser interpretado como o estudo, organização ou gestão do tempo.

Em Echronomia, Luciano Pires traz uma profunda reflexão sobre o significado do tempo. Como a humanidade tentou defini-lo ao longo da história, sob quais ângulos podemos avaliar nossa relação com o tempo, a diferença entre a quantidade e a qualidade do tempo.

A Echronomia considera pensar no orçamento econômico e no orçamento “temponômico” nos momentos de tomada de decisão.

O que a palestra aborda:

 

– SNAP! Um segundo pode mudar tudo

– Santo Agostinho, David Hume, Kant, Einstein: Como os homens tentaram definir o tempo

– Chronos e Kairós, duas dimensões do tempo

– O recurso tempo, o único que não pode ser poupado nem reposto

– Como a relação tempo/espaço pode nos ajudar a controlar melhor como aproveitamos o tempo

– Como o tempo nos é roubado

– Vencendo a Procrastinação com um método: o Poema

– Por onde você se orienta? Passado, presente ou futuro?

– O que aprendermos com De Volta Para o Futuro

– Um exercício sobre o tempo

 

Fugindo do enfoque unidimensional na produtividade e gestão do tempo, enquanto faz uma abordagem mais ampla do tema, Luciano Pires informa, diverte e provoca de um jeito original e que prende a atenção da plateia.

Em Echronomia, vamos redescobrir o tempo como algo mais do que uma moeda de troca na busca incessante por resultados.

Em Echronomia, vamos aprender a valorizar cada segundo de nossas vidas.

Não perca tempo: contrate esta palestra!

Planejamento Antifrágil

Planejamento Antifrágil – Como aumentar as chances de acerto em cenários de grande incerteza.

Planejamos para nos tranquilizar com relação a um futuro incerto. E quanto mais detalhado o plano, mais tranquilos ficamos. Mas é uma tranquilidade falsa, afinal, tomamos decisões com base em previsões, a partir de experiências passadas, mesmo sabendo que a realidade pode ser completamente diferente.

Sempre que começamos algo novo, a única coisa garantida é a incerteza. Mas num mundo  que um dia foi volátil, incerto, complexo e ambíguo, e que agora é frágil, ansioso, não linear e incompreensível, nos vemos desafiados a planejar em meio ao caos.

Como fazer para reduzir a margem de erro e ter opções para aproveitar as oportunidades que certamente surgirão, mas não podem ser previstas?

Essa é a abordagem da palestra Planejamento Antifrágil, na qual Luciano Pires aborda certos conceitos anunciados por Nassin Nicolas Taleb em seus livros A lógica do Cisne Negro e Antifrágil.

Mas não é só isso. Luciano traz como pano de fundo algumas histórias dos aventureiros que tentaram desbravar os caminhos do Ártico, muitas vezes terminando em tragédias. O que terá dado errado nos planos deles?

 

Tópicos

O Polo Norte e a Expedição Franklin em busca da Passagem Norte em 1845

A lógica do Cisne Negro e a incerteza

Planejamento de Projetos e Planejamento Estratégico

Planejando no mundo VUCA – Volátil, incerto, complexo e ambíguo

Antifragilidade e Opcionalidade

A Expedição Andrées de 1987

Sobre assumir riscos

Um novo olhar para o Planejamento

 

Planejamento Antifrágil é essencial porque chega num momento único, pós-pandemia, repleto de incertezas sobre o futuro no curto prazo. Que dirá no longo.

Provocativa, bem-humorada e repleta de conceitos e recados impactantes, essa palestra serve para quem quer aumentar as chances de acerto em cenários de grande incerteza.

Produtividade Antifrágil

PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL – Como se reposicionar para o pós-crise. Qualquer crise. 

É muito difícil tomar decisões racionais em meio a crises, especialmente como a Pandemia que nos surpreendeu em 2020. É preciso tomar algumas atitudes para não só enfrentar o novo cenário, como transformar as crises em oportunidades.

A palestra Produtividade Antifrágil trata de como pensar no seu reposicionamento para quando chegar o tal “novo normal”. Eu não acredito em “novo normal”. Acredito numa transição para o normal possível e depois para o normal de antes da pandemia, com algumas atitudes incorporadas à nossa cultura.

A pergunta é: você, seus colegas e sua empresa estarão como? É possível estar melhor preparado do que antes da crise?

Produtividade Antifrágil não tem fórmulas mágicas que dizem que “se ele pode, você pode também”. Não, nem sempre podemos. Por isso é essencial desenvolver nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão.

 

Tópicos:

O conceito de antifragilidade – aquilo que cresce no caos

O ciclo da destruição criativa – como o progresso precisa destruir o antigo

O que os clientes querem em tempos de normalidade/anormalidade

Como usar o medo a seu favor

Como enquadrar os problemas

Uma reflexão sobre valor

Reposicionando você e sua empresa.

 

Produtividade Antifrágil é essencial porque vem para provocar você a rever conceitos, mudar hábitos e se preparar para os ciclos de queda e crescimento. Provocativa, bem-humorada e repleta de conceitos e recados impactantes, essa palestra serve para quem quer sair da inércia causada pelo medo e apreensão e fazer a diferença antes, durante e depois da crise. Seja ela qual for.

Navegar é preciso viver não é preciso

Uma visão instigante sobre planejamento estratégico:

  • Planejamento sistemático e pensamento criativo
  • As armadilhas das atividades operacionais
  • Trabalho improdutivo: o mais importante problema comportamental
  • Ação com propósito
  • Os sete perigos da liderança
  • Sobre sorte e oportunidade

Durante séculos os homens tentaram chegar ao extremo norte do planeta, o Polo Norte, em busca de riquezas, conhecimento, fama e fortuna. Muitas tentativas fracassaram de forma trágica, outras quase deram certo, mas todas constituem valiosas lições de planejamento e liderança, que permitem paralelos com o mundo profissional em que atuamos.

NAVEGAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO é uma palestra que apresenta de forma original e inovadora os fundamentos do Planejamento Estratégico. O pano de fundo são histórias que relatam algumas expedições que tentaram chegar ao Polo Norte ao longo do século 19 . Há anos estudando a história dos grandes aventureiros, em 2008 Luciano Pires tornou-se num dos poucos brasileiros que chegaram até o Polo Norte, no topo do mundo, a bordo de um navio quebra gelos nuclear russo.

Luciano usa sua experiência profissional de mais de 30 anos como executivo de multinacional e depois empresário, para propor reflexões sobre o uso do planejamento como forma de atingir objetivos com redução de riscos. E o faz de forma irresistível ao incorporar elementos de aventuras reais à realidade de nosso dia a dia. Bom humor, muita informação e provocações fazem da palestra um momento inesquecível.

Utilizando imagens de alto impacto, Luciano Pires recria algumas das missões mais ambiciosas que envolveram cuidadoso planejamento e tiveram resultados diferentes em razão de pequenos detalhes. Cada história contada de forma dramática traz diversos paralelos com nossos desafios no dia a dia profissional.

Geração T

A palestra “Geração T” trata de gente que sabe tudo que acontece, mas é incapaz de compreender por que as coisas acontecem. Num mundo onde o acesso à informação está cada dia mais facilitado, a pergunta fundamental é: de que adianta ter acesso à informação se não temos repertório para dar um sentido à realidade? Como ser criativo e inovador numa sociedade onde as pessoas se acomodam, não têm opinião própria e se conformam com a mediocridade?

Numa reportagem da publicação PorciNews, que descreve a palestra apresentada durante o 20. Encontro Regional da Abraves em Março de 2026, em Toledo, uma descrição completa da palestra e seu impacto:

Maior risco da era digital é desaprender a escolher, diz criador do Café Brasil na ABRAVES-PR

Em palestra no 20º Encontro Regional da ABRAVES-PR, comunicador sustenta que o problema não está na juventude em si, mas na perda de autonomia, profundidade e senso crítico em um ambiente moldado para capturar atenção e entregar tudo pronto.

Maior risco da era digital é desaprender a escolher, diz criador do Café Brasil na ABRAVES-PR

A era digital e seus efeitos sobre a autonomia intelectual estiveram no centro da palestra de Luciano Pires, criador do Café Brasil, no 20º Encontro Regional da ABRAVES-PR.

Em vez de repetir a crítica à “juventude de hoje”, o palestrante defendeu que o problema mais profundo não está na idade de quem consome conteúdo, mas na postura de quem se acostuma a receber tudo pronto, sem investigar, comparar ou buscar profundidade.

Foi a partir dessa tese que ele construiu uma das provocações mais fortes da programação. Segundo ele, o maior risco contemporâneo não é exatamente a nova geração, mas o enfraquecimento da capacidade de escolha em um ambiente desenhado para prender atenção e substituir autonomia por consumo automático.

Ao longo da apresentação, Luciano Pires desmontou a ideia de que o conflito entre gerações seria novidade. Segundo ele, a reclamação de que os jovens estariam menos preparados, mais dispersos ou mais superficiais atravessa décadas.

O que muda agora, segundo ele, é a escala e a potência do ambiente em que esse comportamento se desenvolve. Na leitura de Luciano, a era digital elevou a outro patamar a disputa pela atenção humana e tornou mais difícil preservar algo que antes parecia natural: o impulso de ir além da superfície.

Foi nesse ponto que ele apresentou o conceito de “Geração T”, uma formulação que não se limita a faixa etária. Para Luciano, faz parte dessa geração quem ainda mantém a disposição de procurar mais, de seguir uma referência até a fonte, de investigar um tema por conta própria e de não se contentar apenas com o recorte que aparece na tela.

A diferença, segundo ele, está menos na idade e mais na atitude. Em sua visão, quem desenvolve repertório, profundidade e pensamento próprio é quem resiste à lógica da entrega instantânea e da passividade intelectual.

A palestra ganhou ainda mais força quando deixou o campo do comportamento geracional e entrou na lógica das plataformas digitais. Luciano argumentou que, no ambiente contemporâneo, a disputa não acontece apenas pela informação, mas pela permanência do usuário diante da tela.

Quanto mais atenção retida, mais valor esse sistema gera. O resultado, em sua avaliação, é uma engrenagem que empurra as pessoas para ciclos de estímulo constante, recompensa rápida e pouca reflexão.

Nesse cenário, o sujeito acredita estar escolhendo, quando muitas vezes apenas responde ao que já foi previamente selecionado para ele. Essa foi uma das ideias mais contundentes da apresentação.

Ao sugerir que boa parte das escolhas já chega embalada por algoritmos, tendências, notificações e mecanismos de retenção, Luciano Pires levou o debate além da crítica cultural e tocou numa questão central da vida contemporânea, chamada por ele de erosão da autonomia.

Segundo Pires, a liberdade, nesse ambiente, passa a conviver com formas de condução cada vez mais sofisticadas. O usuário desliza, clica, reage, compartilha e consome, mas nem sempre decide de fato.

Ao discutir esse processo, o palestrante também chamou atenção para a sobrecarga produzida pelo excesso de informação. Em sua análise, a era digital oferece volume, velocidade e acesso como nunca antes, mas isso não significa necessariamente mais compreensão.

Muitas vezes, significa mais ruído, mais ansiedade e menos discernimento. Pires enfatizou que, em vez de aprofundar, a abundância pode dispersar; em vez de formar, pode fragmentar; e a mente passa a operar sob pressão contínua, entre vídeos curtos, alertas, mensagens, promessas de recompensa imediata e a sensação de que sempre há algo acontecendo em outro lugar.

Foi nesse contexto que Luciano aproximou sua fala de um alerta mais amplo sobre o esgotamento cognitivo. Segundo ele, a sucessão permanente de estímulos enfraquece a capacidade de concentração, reduz a tolerância ao esforço e torna menos atraente tudo aquilo que exige tempo, disciplina e elaboração.

Pensar com profundidade passa a competir, em desvantagem, com aquilo que distrai, diverte e conforta rapidamente. A consequência é uma experiência de mundo cada vez mais superficial, em que o prazer imediato tende a ocupar o lugar do pensamento crítico.

A defesa do caminho mais difícil apareceu, assim, como parte essencial da mensagem levada à ABRAVES-PR. Luciano associou amadurecimento, construção de repertório e crescimento real à disposição de enfrentar processos menos fáceis, menos rápidos e menos sedutores.

Em sua argumentação, não há formação sólida sem esforço, nem autonomia verdadeira sem desconforto intelectual. Ao tentar eliminar toda fricção, toda frustração e todo desafio, a sociedade corre o risco de enfraquecer justamente as competências que mais importam para escolher bem.

Em um encontro voltado à suinocultura, a reflexão ultrapassou o universo das telas e dialogou diretamente com o ambiente profissional. Num setor pressionado por velocidade, excesso de dados, transformação tecnológica e demanda constante por resposta, a fala de Luciano Pires tocou num ponto estratégico para lideranças, técnicos e empresas:

Continuará em vantagem quem conseguir preservar profundidade, senso crítico e capacidade real de julgamento. Mais do que demonizar a tecnologia, sua palestra propôs uma pergunta incômoda, mas necessária: em meio a tantos estímulos e facilidades, quantas das nossas escolhas ainda são, de fato, nossas?”

 

Sempre bem humorada, repleta de conceitos e com boa dose de provocação, GERAÇÃO T traz uma abordagem objetiva e criativa sobre a necessidade de refinar nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão para ampliar o repertório e realizar as escolhas. Trata da capacidade de desenvolvimento do discernimento, a capacidade lógica de separar e identificar os elementos que compõe determinada questão, como esses elementos se relacionam entre si e como se afetam uns aos outros e como cada um deles impacta no conjunto.

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