O Meu Everest – Como sair do sonho para a execução

A palestra O Meu Everest é uma experiência única e transformadora que leva a plateia a sair do sonho para o planejamento e a execução, com isso fazendo acontecer.

Imagine fixar objetivos desafiadores e aprender como transformar seus sonhos em metas concretas. Com “O Meu Everest”, os participantes terão a oportunidade de adquirir conhecimento, despertar a criatividade, encontrar coragem e assumir as consequências necessárias para alcançar o sucesso.

Esta palestra baseia-se na experiência pessoal de Luciano Pires, que realizou uma jornada extraordinária ao Campo Base do Everest, a maior montanha do mundo, em 2001. O diferencial está na mescla emocionante entre a busca por um sonho aparentemente impossível e as técnicas de gerenciamento que são aplicadas diariamente em nossas vidas e empresas.

  • Fixando objetivos desafiadores
  • Planejamento, transformando sonhos em metas
  • Fazendo acontecer: conhecimento, criatividade, coragem e consequência
  • O trabalho em equipe em ambientes de crise profunda
  • As teorias administrativas observadas na prática
  • Os desafios como ferramentas para transformação

Luciano não é um aventureiro profissional, mas um executivo comum, alguém que não tinha qualquer experiência com esportes de aventura ou montanhismo. E exatamente por isso, em poucos minutos, ele conquista a empatia e identificação do público, compartilhando sonhos, desafios e momentos de sofrimento e deslumbre.

A palestra O Meu Everest é hilariante, emocionante, reflexiva e, acima de tudo, real. Ela é repleta de elementos visuais, músicas e vídeos, que ajudam a criar um ambiente lúdico, onde as mensagens ganham um impacto inesquecível.

Luciano levará sua plateia em uma jornada de autoconhecimento e transformação, motivando para a ação, tanto na busca de seus sonhos pessoais quanto na construção de objetivos ambiciososem equipe.

“O Meu Everest” é a palestra mais requisitada de Luciano Pires, com o poder de emocionar, inspirar e transformar as pessoas. Se você deseja motivar e provocar sua equipe, despertar o potencial de liderança de seus colaboradores ou impulsionar a busca por objetivos desafiadores, essa palestra é a escolha certa.

Não perca a oportunidade de proporcionar uma experiência memorável e impactante à sua equipe. Contrate “O Meu Everest” e transforme desafios em ferramentas para o sucesso.

Observação importante: Esta palestra, a mais requisitada de todas, pelo seu desenvolvimento, contação de história e construção de momentos lúdicos e emocionais, tem a duração mínima de 105 minutos. Não cabe em 60 ou 80 minutos. 

Planejamento Antifrágil

Planejamento Antifrágil – Como aumentar as chances de acerto em cenários de grande incerteza.

Planejamos para nos tranquilizar com relação a um futuro incerto. E quanto mais detalhado o plano, mais tranquilos ficamos. Mas é uma tranquilidade falsa, afinal, tomamos decisões com base em previsões, a partir de experiências passadas, mesmo sabendo que a realidade pode ser completamente diferente.

Sempre que começamos algo novo, a única coisa garantida é a incerteza. Mas num mundo  que um dia foi volátil, incerto, complexo e ambíguo, e que agora é frágil, ansioso, não linear e incompreensível, nos vemos desafiados a planejar em meio ao caos.

Como fazer para reduzir a margem de erro e ter opções para aproveitar as oportunidades que certamente surgirão, mas não podem ser previstas?

Essa é a abordagem da palestra Planejamento Antifrágil, na qual Luciano Pires aborda certos conceitos anunciados por Nassin Nicolas Taleb em seus livros A lógica do Cisne Negro e Antifrágil.

Mas não é só isso. Luciano traz como pano de fundo algumas histórias dos aventureiros que tentaram desbravar os caminhos do Ártico, muitas vezes terminando em tragédias. O que terá dado errado nos planos deles?

 

Tópicos

O Polo Norte e a Expedição Franklin em busca da Passagem Norte em 1845

A lógica do Cisne Negro e a incerteza

Planejamento de Projetos e Planejamento Estratégico

Planejando no mundo VUCA – Volátil, incerto, complexo e ambíguo

Antifragilidade e Opcionalidade

A Expedição Andrées de 1987

Sobre assumir riscos

Um novo olhar para o Planejamento

 

Planejamento Antifrágil é essencial porque chega num momento único, pós-pandemia, repleto de incertezas sobre o futuro no curto prazo. Que dirá no longo.

Provocativa, bem-humorada e repleta de conceitos e recados impactantes, essa palestra serve para quem quer aumentar as chances de acerto em cenários de grande incerteza.

Acontabilidade 360

Accountability é “fazer o que você disse que faria, no prazo com o qual você concordou”.  Uma pessoa “accountable” é aquela que consegue contabilizar os resultados de suas ações. É uma pessoa que presta contas.

Bem, como não achei a palavra exata, eu inventei ACONTABILIDADE.

Acontabilidade não é baseada em circunstâncias, mas na atitude de atingir os objetivos apesar das circunstâncias. E num país como o Brasil onde a cada segundo surge um imprevisto que muda as circunstâncias e serve como desculpa para que as coisas não sejam feitas, quem consegue fazer acontecer apesar das circunstâncias, é quase um super homem.

Esta palestra traz os Sete Pilares da Acontabilidade: caráter, unidade, aprendizado, acompanhamento, urgência, reputação e evolução, mostrando como cada um é fundamental para a liderança eficaz.

Falta de acontabilidade é o principal problema enfrentado por quem exerce papel de liderança.

Esta palestra é dirigida a organizações que querem colaboradores acontabilizáveis que:

  1. Cumprem as promessas feitas.
  2. Levam em consideração as consequências de suas ações
  3. Assumem responsabilidade por suas falhas
  4. Corrigem as falhas

Quem é que não quer gente assim na equipe?

Liderança em tempos velozes e furiosos

Como desenvolver uma nova visão sobre negócios num mundo em transformação. Esta palestra aborda temas como:

  •  Uma introdução à globalização
  • As mudanças que o mundo sofreu nos últimos 20 anos
  • A “modernidade líquida”
  • A velha definição de “fábrica”
  • O perigo do foco na estabilidade
  • Os pilares do bom gerenciamento
  • As várias dimensões do lucro

O mundo passa por um período de mudanças aceleradas, que a tecnologia torna cada dia mais dramáticas. Temas como a globalização, conectividade e redes de relacionamento estão mudando dramaticamente a forma como fazemos negócios, e pouca gente percebeu a necessidade de mudar o jeito de ver os negócios. Continuamos focados na administração como se estivéssemos à frente de velhas fábricas que produzem um produto ou serviço; tem controle e medições; foco na redução de custos e alguém para nos dizer o que fazer. O novo mercado exige muito mais que controles, ameaças e burocracia. É hora de compreender um negócio como uma comunidade de indivíduos independentes que se agregam e integram ao decorrer dos projetos. Discutir a responsabilidade e a capacidade de cada um de agregar valor é onde residem as oportunidades.

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman tentou explicar os tempos caóticos que vivemos, criando o que chamou de “modernidade líquida”. Para ele, o fim das utopias levou à inibição das reflexões sobre a sociedade, tendo como consequência a perda da noção de progresso como um bem a ser partilhado. Na sociedade líquida, tudo que importa é o prazer individual, imediato, efêmero, superficial e que leva rapidamente ao fastio e à busca por novos prazeres imediatos. Tudo aqui e agora.

Num cenário como esse, somos assombrados pela incerteza e insegurança dos que não têm mais referenciais para construir suas vidas, a não ser eles próprios.

Que nó, não?

Envolvendo conceitos de filosofia, marketing e comportamento, esta palestra reúne uma série de reflexões que questionam essa realidade vigente, esclarecendo conceitos como meritocracia e tocando fundo em temas importantes que são deixados de lado por exigirem mudanças de comportamento e atitudes.

Muito bem humorada, repleta de conceitos e com boa dose de provocação, LIDERANÇA EM TEMPOS VELOZES E FURIOSOS traz uma abordagem objetiva e criativa sobre a necessidade de repensar a forma como abordamos nossos negócios.

Liderança e Transformação no Serviço Público

A palestra Liderança e Transformação no Serviço Público foi montada seguindo dois eixos. O primeiro é uma reflexão sobre Liderança, o que é e que tipo de líder nos interessa, tendo como base o projeto LIDERANÇA NUTRITIVA de Luciano Pires, que foca nos atributos de liderança que não se aprendem na escola.

O Líder Nutritivo é aquele que tem a habilidade de inspirar e provocar as pessoas a fazer acontecer, a elas transmitindo, informal e eticamente, conhecimento e apoio moral, psicológico e social, que são percebidos pelo receptor como relevantes para sua vida pessoal e profissional.

Todo servidor público precisa ter consciência de seu papel de liderança no momento de fazer seus julgamentos e tomar as decisões.

O segundo eixo é o da MORAL E ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO, uma reflexão sobre a aplicação prática dos conceitos de moral e ética que têm ficado restritos à filosofia e precisam ser trabalhados no dia a dia.

Comentário:

Num país que tem no serviço público a percepção de uma imensa engrenagem emperrada pela burocracia, povoada de pessoas acomodadas e com má vontade, é necessário um salto de qualidade no atendimento da população que é a razão da existência do serviço público. Essa é a proposição desta palestra, focada na responsabilidade individual das pessoas que representam as entidades perante o povo.

Muito bem humorada, repleta de exemplos do dia a dia, a palestra Liderança e Transformação no Serviço Público propõe uma grande reflexão sobre a responsabilidade do servidor no trato da coisa pública e seu papel como cidadão que trabalha ativamente para o desenvolvimento da sociedade.

Geração T

A palestra “Geração T” trata de gente que sabe tudo que acontece, mas é incapaz de compreender por que as coisas acontecem. Num mundo onde o acesso à informação está cada dia mais facilitado, a pergunta fundamental é: de que adianta ter acesso à informação se não temos repertório para dar um sentido à realidade? Como ser criativo e inovador numa sociedade onde as pessoas se acomodam, não têm opinião própria e se conformam com a mediocridade?

Numa reportagem da publicação PorciNews, que descreve a palestra apresentada durante o 20. Encontro Regional da Abraves em Março de 2026, em Toledo, uma descrição completa da palestra e seu impacto:

Maior risco da era digital é desaprender a escolher, diz criador do Café Brasil na ABRAVES-PR

Em palestra no 20º Encontro Regional da ABRAVES-PR, comunicador sustenta que o problema não está na juventude em si, mas na perda de autonomia, profundidade e senso crítico em um ambiente moldado para capturar atenção e entregar tudo pronto.

Maior risco da era digital é desaprender a escolher, diz criador do Café Brasil na ABRAVES-PR

A era digital e seus efeitos sobre a autonomia intelectual estiveram no centro da palestra de Luciano Pires, criador do Café Brasil, no 20º Encontro Regional da ABRAVES-PR.

Em vez de repetir a crítica à “juventude de hoje”, o palestrante defendeu que o problema mais profundo não está na idade de quem consome conteúdo, mas na postura de quem se acostuma a receber tudo pronto, sem investigar, comparar ou buscar profundidade.

Foi a partir dessa tese que ele construiu uma das provocações mais fortes da programação. Segundo ele, o maior risco contemporâneo não é exatamente a nova geração, mas o enfraquecimento da capacidade de escolha em um ambiente desenhado para prender atenção e substituir autonomia por consumo automático.

Ao longo da apresentação, Luciano Pires desmontou a ideia de que o conflito entre gerações seria novidade. Segundo ele, a reclamação de que os jovens estariam menos preparados, mais dispersos ou mais superficiais atravessa décadas.

O que muda agora, segundo ele, é a escala e a potência do ambiente em que esse comportamento se desenvolve. Na leitura de Luciano, a era digital elevou a outro patamar a disputa pela atenção humana e tornou mais difícil preservar algo que antes parecia natural: o impulso de ir além da superfície.

Foi nesse ponto que ele apresentou o conceito de “Geração T”, uma formulação que não se limita a faixa etária. Para Luciano, faz parte dessa geração quem ainda mantém a disposição de procurar mais, de seguir uma referência até a fonte, de investigar um tema por conta própria e de não se contentar apenas com o recorte que aparece na tela.

A diferença, segundo ele, está menos na idade e mais na atitude. Em sua visão, quem desenvolve repertório, profundidade e pensamento próprio é quem resiste à lógica da entrega instantânea e da passividade intelectual.

A palestra ganhou ainda mais força quando deixou o campo do comportamento geracional e entrou na lógica das plataformas digitais. Luciano argumentou que, no ambiente contemporâneo, a disputa não acontece apenas pela informação, mas pela permanência do usuário diante da tela.

Quanto mais atenção retida, mais valor esse sistema gera. O resultado, em sua avaliação, é uma engrenagem que empurra as pessoas para ciclos de estímulo constante, recompensa rápida e pouca reflexão.

Nesse cenário, o sujeito acredita estar escolhendo, quando muitas vezes apenas responde ao que já foi previamente selecionado para ele. Essa foi uma das ideias mais contundentes da apresentação.

Ao sugerir que boa parte das escolhas já chega embalada por algoritmos, tendências, notificações e mecanismos de retenção, Luciano Pires levou o debate além da crítica cultural e tocou numa questão central da vida contemporânea, chamada por ele de erosão da autonomia.

Segundo Pires, a liberdade, nesse ambiente, passa a conviver com formas de condução cada vez mais sofisticadas. O usuário desliza, clica, reage, compartilha e consome, mas nem sempre decide de fato.

Ao discutir esse processo, o palestrante também chamou atenção para a sobrecarga produzida pelo excesso de informação. Em sua análise, a era digital oferece volume, velocidade e acesso como nunca antes, mas isso não significa necessariamente mais compreensão.

Muitas vezes, significa mais ruído, mais ansiedade e menos discernimento. Pires enfatizou que, em vez de aprofundar, a abundância pode dispersar; em vez de formar, pode fragmentar; e a mente passa a operar sob pressão contínua, entre vídeos curtos, alertas, mensagens, promessas de recompensa imediata e a sensação de que sempre há algo acontecendo em outro lugar.

Foi nesse contexto que Luciano aproximou sua fala de um alerta mais amplo sobre o esgotamento cognitivo. Segundo ele, a sucessão permanente de estímulos enfraquece a capacidade de concentração, reduz a tolerância ao esforço e torna menos atraente tudo aquilo que exige tempo, disciplina e elaboração.

Pensar com profundidade passa a competir, em desvantagem, com aquilo que distrai, diverte e conforta rapidamente. A consequência é uma experiência de mundo cada vez mais superficial, em que o prazer imediato tende a ocupar o lugar do pensamento crítico.

A defesa do caminho mais difícil apareceu, assim, como parte essencial da mensagem levada à ABRAVES-PR. Luciano associou amadurecimento, construção de repertório e crescimento real à disposição de enfrentar processos menos fáceis, menos rápidos e menos sedutores.

Em sua argumentação, não há formação sólida sem esforço, nem autonomia verdadeira sem desconforto intelectual. Ao tentar eliminar toda fricção, toda frustração e todo desafio, a sociedade corre o risco de enfraquecer justamente as competências que mais importam para escolher bem.

Em um encontro voltado à suinocultura, a reflexão ultrapassou o universo das telas e dialogou diretamente com o ambiente profissional. Num setor pressionado por velocidade, excesso de dados, transformação tecnológica e demanda constante por resposta, a fala de Luciano Pires tocou num ponto estratégico para lideranças, técnicos e empresas:

Continuará em vantagem quem conseguir preservar profundidade, senso crítico e capacidade real de julgamento. Mais do que demonizar a tecnologia, sua palestra propôs uma pergunta incômoda, mas necessária: em meio a tantos estímulos e facilidades, quantas das nossas escolhas ainda são, de fato, nossas?”

 

Sempre bem humorada, repleta de conceitos e com boa dose de provocação, GERAÇÃO T traz uma abordagem objetiva e criativa sobre a necessidade de refinar nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão para ampliar o repertório e realizar as escolhas. Trata da capacidade de desenvolvimento do discernimento, a capacidade lógica de separar e identificar os elementos que compõe determinada questão, como esses elementos se relacionam entre si e como se afetam uns aos outros e como cada um deles impacta no conjunto.

A Fórmula da Inovação

Como entender e implementar uma Cultura da Inovação:

  • Entendendo inovação
  • Uma fórmula matemática que ajuda na organização dos processos inovadores
  • Percebendo a inconveniência atual
  • Entendo o valor da mudança
  • Vencendo a percepção de risco
  • Celebrando o sucesso

No mercado competitivo que hoje enfrentamos, jogar pelas regras é ser invisível. É necessário inovar, mas poucas pessoas sabem o real significado dessa palavra. Esta palestra discute as dimensões da inovação fora dos produtos e processos tradicionais. Luciano está interessado na inovação que o dinheiro não pode comprar, aquela que diz respeito à visão de mundo do indivíduo. Sem visão para inovação, não adianta máquinas e softwares novos.

Luciano traz uma fórmula simples e objetiva que serve como um roteiro para quem decidir fazer da inovação uma atitude consciente e sistemática.

Envolvendo conceitos de marketing, branding e comportamento, esta palestra tem foco nas atividades intangíveis que hoje representam a única possibilidade de se obter um diferencial estratégico.

Muito bem humorada, repleta de conceitos e com boa dose de provocação, A FÓRMULA DA INOVAÇÃO traz uma abordagem objetiva e criativa sobre a inovação na vida e nos negócios.

Ganhe grátis o ebook “O Seu Everest”

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